quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Resenha do Livro A Língua de Eulália (Novela Sociolingüística) de Marcos Bagno

(2176) A obra de Marcos Bagno, publicada em 1997, A língua de Eulália, novela sociolingüística, mostra-nos que se tratando da língua portuguesa falada no Brasil, o preconceito, a professores são defeitos que não podem existir em nossos educadores, pois o papel deste é fazer com que o aluno seja um pensante.

Tudo começa com a chegada de Vera 21 anos estudante de Letras, Silvia 21 estudante Psicologia e Emilia 19 anos estudante de Pedagogia que vão curtir férias de inverno na cidade Paulista de Atibaia na casa de Irene tia de Vera.

O livro A Língua de Eulália procura mostrar o uso de uma linguagem diferente, nem sempre pode ser considerado um erro de português. O modo estranho das pessoas falarem pode ser explicado por ciências como a lingüística, a história, a sociologia e até mesmo a psicologia.

Isso tudo começa com a observação do modo de falar de Eulália a empregada e amiga de Irene, que pronuncia palavras consideradas errada pelas jovens como os “fósfro”, os “home”, as “pranta”, os “broco” etc. Que na verdade são formas diferentes de pronuncia e que não podem ser vistas pelos educadores como errada ou pobre e sim de diferente padrão.

Com este assunto o livro desenvolve uma conversa com Irene que é professora e também Doutora em Lingüística, que chama a atenção das estudantes para que reflitam se realmente a língua que se fala no Brasil é o português uma vez que os brasileiros não compreendem o português falado em Portugal. Durante o livro todo Irene tia de Vera explica que o que existe na verdade, são variações do português. Sendo assim marcar a diferença entre a língua falada o português padrão e o não padrão e suas regras.

No livro é tratado um ponto bem interessante em relação ao preconceito lingüístico, pois muitas vezes tais preconceitos são indicados como diferenças lingüísticas. Que por mais que sejam diferentes as formas de pronuncia de cada individuo, o autor explica que cada forma de expressão falada no Brasil.

O livro faz com que o leitor tenha uma visão mais ampla em relação nossa complexa língua, a deixar de lado o preconceito lingüístico existente em nossa sociedade.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Correção da nota do museu do ipiranga

Visão aérea do Museu do Ipiranga
Foto tirada do site: g1.globo.com/noticias/saopaulo/0..mul55328-5605,00html-53k


MUSEU PAULISTA CONHECIDO COMO MUSEU DO IPIRANGA

O Museu do Ipiranga, instalado no acervo cultural localizado dentro do Parque da Independência, no bairro do Ipiranga, é um espaço amplo para visitação pública. Sua inauguração ocorreu em 7 de setembro de 1895.

O Museu Paulista é uma instituição científica, cultural e educacional com atuação no campo da História e cujas atividades têm, como referência permanente, um acervo. Essas atividades envolvem, portanto, a formação e ampliação de coleções (por intermédio de doações, aquisições ou coleta de campo), sua conservação física, seu estudo e documentação bem como a divulgação, seja do acervo, seja do conhecimento que ele permite gerar, através de exposições, cursos e publicações. Enquanto museu exclusivamente histórico, o Museu Paulista é especializado no estudo dos aspectos materiais da organização da sociedade brasileira segundo três linhas básicas de pesquisa: Cotidiano e Sociedade; Universo do Trabalho; História do Imaginário.

MUSEU PAULISTA (MUSEU DO IPIRANGA)
Parque da Independência, s/n.° - Ipiranga – São Paulo – SP
Tel. (011) 2065-8000
Terça a domingo, das 9h às 17h.
Acesso pela Av. Nazaré
Visitas livres
Site: http: // www.mp.usp.br/

Informações do filme Le Ballon Rouge para resenha


Dados Técnicos
História
Prêmios
Crítica
Curiosidades


Dados Técnicos:Le Ballon Rouge, França 1956
Direção: Albert Lamorisse
Roterista: Albert Lamorisse
Gênero: Drama
Duração: 34 minutos
Tipo: Média-metragem / colorido
Produtora: Films Montsouris

História: O filme Le Ballon Rouge, um conto mágico e maravilhosa história de amor de um menino por um balão muito especial, eleito o melhor filme educacional da década em 1968, conhecido pela new york film critics. Ao liberara o balão vermelho , preso a um poste de iluminação, numa rua de paris, o menino é adotado pelo mesmo e o segue pelas ruas de paris como um amigo inseparável, causando a admiração de todas as pessoas as vizinhança e a inveja das outras crianças.

Prêmios: O Balão Vermelho, de Albert Lamorisse , consegue em apenas trinta minutos e em mais de quarenta anos de existência manter o encanto inerente ao imaginário infantil. O filme ganhou o grande premio para médias do festival de cannes e o oascar por melhor roteiro original, além de vencer o premio de melhor filme educacional da década em 1968, conhecido pela new york film critics

Críticas: Apesar da pirotecnia que invade os cinemas na época de férias escolares as crianças terão a chance de conhecer dois filmes antigos com um ritmo e uma proposta bem diferente. Os curtas franceses “O Balão Vermelho” (1956) Lamorisse fez um filme sobre a leveza, onde é capaz de atingir uma geração que não conhece a liberdade de andar livremente pelas ruas das cidades.

Curiosidades: Com o Oscar de melhor roteiro conquistado, até o ano de 2007 este continuou sendo o único filme na história da academia no caso, a de curta-metragem.O balão vermelho foi o maior lançamento da história do cinema americano, mas fora das salas de projeção. Na verdade, milhares de copias do filme foram distribuídos em escolas através do país.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Curiosidades do Filme Le Ballon Rouge


(Le Ballon Rouge, França, 1956) O Balão Vermelho

Com o Oscar de melhor roteiro conquistado, até o ano de 2007 este continuou sendo o único filme na história da Academia a ser premiado fora de sua categoria -no caso, a de curta-metragem.


"O Balão Vermelho" foi o maior lançamento da história do cinema americano, mas fora das salas de projeção. Na verdade, milhares de cópias do filme foram distribuídas em escola através do país.
Albert Lamorisse

terça-feira, 2 de setembro de 2008

NOTA - MUSEU PAULISTA USP, MUSEU DO IPIRANGA

MUSEU PAULISTA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO(MUSEU DO IPIRANGA)

O museu do Ipiranga, instalado no acervo cultural localizado dentro do Parque da Independência, no bairro do Ipiranga, é um espaço amplo para visitação publica. Sua inauguração ocorreu em 7 de setembro de 1895.Na entrada foram colocadas duas grandes estátuas de mármore, no saguão, representando os bandeirantes Antônio Raposo Tavares e Fernão Dias Paes, existindo como em outras salas, obras de renomados pintores e escultores.

Além disso, o Museu também conta com um acervo sobre Arquivístico que possui 640 metros lineares de documentos textuais, agrupados em uma centena de colação e fundos de arquivo públicos e privados. No qual estão inventários dos documentos gerados pela própria instituição entre os anos 1893 e 1963, quando o Museu é incorporado à Universidade de São Paulo.

MUSEU PAULISTA DA USP, (MUSEU DO IPIRANGA)

Parque da Independência, s/n.º - Ipiranga – São Paulo - SP
Tel. (011) 2065-8000
Terça a domingo, das 9h às 17h.
Acesso pela Av. Nazaré
Site: http://www.mp.usp.br

Estou um pouco aflita com minha prova amanhã

Hoje estou bem atarefada, acordei bem cedo para estudar, estudei o dia todo, para uma prova que irei fazer amanhã. Estou bem nervosa. Mas neste momento parei de estudar um pouco a matéria da prova e decidi escrever no blog e fazer a correção do relato de aula que a Márcia me pediu para refazer, foi muito interessante refazer o relato depois de corrigido, prestei bem mais atenção nos meus erros e fui me lembrando direitinho o que a professora corrigiu na hora da leitura, foi bem mais fácil que o primeiro. E durante minha escrita de revisão vi o que significa que um texto redigido pode ser reescrito. Estou aos poucos melhorando minha escrita estou lendo mais para poder escrever e escrevendo o que sinto antes de começar a redigir um texto, como por exemplo, escrevo o que eu quero contar neste texto antes de escrevê-lo, vamos ver no que isso vai dar, tenho certeza que vou melhor muito minha escrita. Agora vou começar a fazer a nota do Museu do Ipiranga, já comecei, mas preciso terminar.
Hoje acordei com uma vontade de escrever, mas não sei o que, então comecei a fazer minhas tarefas e contar um pouco de como foi o meu dia, espero não estar saindo muito do foco do que é o blog para esta matéria.
Vou ficando por aqui, até...
Karine.

Relato da aula do dia 13/08/08. Revisado

Relato da Aula do dia 13/08/2008
Disciplina: Leitura e Escrita II –
Comunicação em Diversas Linguagens
Karine Mirele


Começamos a aula com a leitura do Relato do dia 06/08/08.
Durante a leitura, Márcia explicou o que estava certo e errado no relato. Explicou também o que é um relato, como escrevê-lo, o que deve constar nele e para que serve.
Márcia disse que todo texto deve ter autonomia: começo, meio e fim, e que depois de redigido pode ser revisado. Isso quer dizer que todo texto depois que fica pronto pode ser modificado colocando ou tirando palavras, frases, vírgulas e pontos etc.
Na seqüência, ela falou um pouco sobre pronomes, deu exemplos como:

FORA DO TEXTO (em relação ao falante).
PERTO = ESTA / ISTO
LONGE = ESSA / ISSO

DENTRO DO TEXTO
ANTERIOR= ESSA (foi dito) Ex: A aula começou às 10h. ESSA aula...
POSTERIOR = ESTA (o que vai ser dito). Ex: Chegamos às 10h. ESTA foi a aula: começamos a trabalhar sobre...

Terminada essa explicação de pronomes, Márcia comentou como serão as aulas durante o semestre. Disse que sempre na primeira parte da aula iremos ler o relato da aula anterior e na segunda parte, produziremos e corrigiremos textos. Como por exemplo, textos que traremos pronto ou faremos na sala textos referentes aos nossos trabalhos que serão publicados na revista eletrônica.
E comentou em sala que trará artigos para trabalhamos durante as aulas.
Continuando Márcia disse que leu um artigo interessante sobre esse novo meio de comunicação, o blog, e disse que vale a pena ler. É a “Epístola aos blogueiros”, de Fabrício Carpinejar, publicado na Cronópios: http://www. cronopios.com. br/site/ artigos.asp?Id=3443
Em seguida entregou um texto que explica como formatar uma resenha, um artigo e uma reportagem, para facilitar o trabalho de publicação da revista.
No mesmo momento explicou a diferença entre caixa alta e baixa:
CAIXA ALTA: LETRA MAIÚSCULA
Caixa baixa: letra minúscula
Márcia deixou bem claro que não se pode copiar e colar textos da internet nem de nenhum lugar sem fazer a citação com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).
Continuando Márcia disse que os textos não apenas significam, mas os textos organizam atividades e pessoas.
A partir deste comentário mostrou alguns slides, passando textos diferentes para descobrirmos quais os gêneros, sendo que os textos estavam escritos em línguas estrangeiras.
Regra de jogo
Uma receita
Rótulo de chocolate
Depois dessa atividade, Márcia falou sobre os Gêneros textuais ou discursivos e suas características.
Explicou também que não existe padrão para língua falada, mas sim para língua escrita. Que significa que na língua falada pode-se fugir de verbos, pronomes, vírgulas entre outros e na língua escrita o padrão muda tendo que escrever corretamente.
Por último, Márcia mostrou alguns recortes de jornais e explicou o que é:
Notícia tem a preocupação de passar a informação, contar bem o fato. Não tem opinião, só tem a função de relatar o fato.

Artigo observa a notícia, dá ponto de vista.

Reportagens especiais (são aquelas em que o jornalista pesquisa mais demora mente o assunto).

Resenha é um resumo crítico. Além de descreve um livro, filme ou peça de teatro, analise do produto (opinião).